Eu não quero voltar sozinho
Aula pronta

Eu não quero voltar sozinho

O curta-metragem Eu Não Quero Voltar Sozinho acompanha Leonardo, um adolescente com deficiência visual que vive uma fase de descobertas afetivas, mudanças na amizade com Giovana e aproximação com Gabriel, um novo colega de escola. A obra permite trabalhar temas como adolescência, inclusão, deficiência, autonomia, amizade, respeito, diversidade, afetividade e sexualidade. Em sala de aula, o filme pode ser usado para promover debates sobre convivência, acessibilidade, preconceito, empatia e o direito de cada pessoa viver suas experiências com dignidade.

Exibição em aula liberada: o professor pode reproduzir esta obra pelo streaming do FocaPlay em sala de aula sem solicitar autorização prévia. A autorização é necessária apenas para download do arquivo.
Apresentação

Sobre a obra

A vida de Leonardo, um adolescente deficiente visual, muda com a chegada de Gabriel, um novo aluno em sua escola. O jovem vive a inocência da descoberta do amor e da homossexualidade, ao mesmo tempo em que lida com o ciúme da amiga Giovana.

Guia do professor

Materiais da aula

Tudo organizado de forma simples para o professor decidir, aplicar e conduzir a atividade pedagógica com mais rapidez.

Antes da aulaVeja objetivo, pontos de atenção e como preparar a exibição.
Durante a aulaUse o player original do FocaPlay e acompanhe o roteiro de observação.
Depois da aulaLeve o debate, a atividade e a avaliação em poucos blocos.

Objetivo pedagógico

Promover a reflexão sobre inclusão, autonomia, adolescência, amizade e diversidade a partir da história de Leonardo, estimulando os estudantes a analisarem como a escola pode ser um espaço de respeito, acolhimento e convivência entre pessoas com diferentes experiências, corpos, desejos e formas de perceber o mundo.

Objetivos específicos

Exibição comentada, debate em sala, atividade escrita, roda de conversa, projeto de inclusão, cineclube escolar ou aula sobre diversidade e direitos humanos

Antes de assistir

Antes da exibição, o professor pode iniciar uma conversa com a turma sobre convivência, amizade e inclusão. Pergunte aos estudantes o que significa respeitar a autonomia de uma pessoa com deficiência, quais barreiras podem existir dentro da escola e como colegas podem ajudar sem tratar alguém como incapaz. Também é possível perguntar como a adolescência costuma ser retratada em filmes e séries, especialmente quando envolve amizade, ciúme, primeiras paixões e mudanças nas relações.

Durante a exibição

Durante a exibição, oriente os estudantes a observarem três pontos principais: a relação de Leonardo com Giovana, a chegada de Gabriel e a forma como Leonardo busca mais autonomia. Peça que cada aluno anote uma cena, diálogo ou atitude que revele respeito, insegurança, preconceito, proteção excessiva ou descoberta afetiva. Essas anotações serão usadas no debate após o filme.

Depois de assistir

Após a exibição, promova uma conversa sobre como o filme apresenta a deficiência visual sem reduzir Leonardo à deficiência. A turma pode discutir de que forma ele deseja viver experiências comuns da adolescência, como amizade, independência e afeto. Também é importante refletir sobre o comportamento dos colegas, a relação com Giovana, a chegada de Gabriel e como a escola pode ser um ambiente mais inclusivo, seguro e respeitoso para todos.

Perguntas para debate

  1. O que o título “Eu Não Quero Voltar Sozinho” representa na história?
  2. Leonardo é tratado pelos colegas como alguém autônomo ou como alguém que precisa sempre ser protegido?
  3. Em quais momentos o filme mostra barreiras enfrentadas por uma pessoa com deficiência visual?
  4. Giovana ajuda Leonardo, mas também sente ciúmes. Como essa relação muda ao longo da história?
  5. Qual é a importância da chegada de Gabriel para Leonardo?
  6. O filme fala apenas sobre deficiência visual ou também sobre adolescência, afeto e identidade?
  7. Como a escola pode ser mais acolhedora para estudantes com deficiência?
  8. O que significa ajudar uma pessoa sem tirar sua autonomia?
  9. Como o filme trabalha o tema da diversidade de forma sensível?
  10. Que atitudes simples poderiam tornar a convivência escolar mais respeitosa?

Atividade sugerida

Proponha aos estudantes a produção de um texto reflexivo com o tema: “Como construir uma escola mais inclusiva e respeitosa?”. O texto deve relacionar o filme com situações do cotidiano escolar, abordando temas como acessibilidade, amizade, autonomia, respeito às diferenças e combate ao preconceito. Os alunos podem apresentar propostas práticas para melhorar a convivência entre estudantes.

Sugestão de avaliação

A avaliação pode considerar a participação no debate, a capacidade de relacionar o filme com situações reais de convivência escolar, o respeito às opiniões dos colegas, a compreensão dos temas de inclusão e diversidade, a qualidade da argumentação oral ou escrita e a apresentação de propostas práticas para uma escola mais acolhedora.

Pontos de atenção

O professor deve conduzir o debate com cuidado, especialmente ao tratar de deficiência, sexualidade, adolescência e diversidade. É importante evitar exposições pessoais desnecessárias dos estudantes e reforçar que a proposta da atividade é discutir respeito, direitos, autonomia e convivência. O filme pode ser uma oportunidade para falar sobre inclusão sem transformar a deficiência em pena ou limitação absoluta, valorizando a experiência humana do personagem.

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Participação da escola

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Uso offline

Solicitar download para aula

O streaming pode ser usado livremente em sala. O download só é analisado quando não houver internet estável no local da atividade.

Importante: o professor não precisa pedir autorização para reproduzir a obra em aula pelo streaming do FocaPlay. O pedido abaixo é apenas para download do arquivo, quando houver necessidade pedagógica justificada e ausência de internet estável.